Traçando a jornada da NGV: A galeria de arte pública mais antiga da Austrália
- 1861: O NGV é fundado, tornando-se a primeira galeria de arte pública da Austrália. Ele abre no prédio da Biblioteca Estadual de Victoria.
- 1880s–1900s: A coleção se expande rapidamente, enriquecida pela arte colonial e por aquisições de antigos mestres.
- 1968: A NGV International é inaugurada na St Kilda Road em um impressionante edifício modernista projetado por Sir Roy Grounds. A parede de água e o teto de vidro colorido do Salão Principal se tornaram ícones instantâneos.
- 2002: O NGV Australia (The Ian Potter Center) é inaugurado na Federation Square, dedicado à arte indígena e australiana.
- 2003 até o presente: A série Melbourne Winter Masterpieces é lançada, consolidando a reputação da NGV de exposições internacionais de grande sucesso.
- Hoje: Com mais de 70.000 obras, a NGV é a galeria mais visitada da Austrália, combinando tesouros globais com shows contemporâneos arrojados.
true." id="Itqm8ayI" relationTo="pages" documentId="68d40a273e34b88e98b8eafb" uid="www.tickets-melbourne.com.national-gallery-of-victoria-ngv.exhibitions" lang="pt" />
Projetando a cultura: Os edifícios por trás do NGV Melbourne
A National Gallery of Victoria é, na verdade, dois pontos turísticos arquitetônicos em um. A NGV International, na St Kilda Road, foi projetada em 1968 por Sir Roy Grounds, um dos arquitetos modernistas mais famosos da Austrália. Seu projeto transformou a galeria em uma fortaleza da cultura: paredes de pedra azul, um fosso ao redor e o famoso Waterwall na entrada tornam o acesso tão memorável quanto a arte em seu interior. Entre no Salão Principal e você encontrará o teto de vitral de Leonard French, o maior do gênero no mundo, lançando um caleidoscópio de cores que os visitantes adoram admirar deitados no chão.
Do outro lado do rio, na Federation Square, o Ian Potter Center foi inaugurado em 2002, projetado pelo inovador Lab Architecture Studio com a Bates Smart. Sua fachada arrojada e angular de vidro, zinco e arenito parece futurista, um contraste nítido com a geometria solene de Grounds. Juntos, os dois locais personificam a própria Melbourne: uma cidade que valoriza o patrimônio e, ao mesmo tempo, abraça a vanguarda. Visitar ambos é como caminhar por dois capítulos da história arquitetônica, cada um contando sua própria história sobre a arte e a cidade.